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Presidentes falam sobre o valor do RH e das pessoas para suas empresas


Palestra contou com a participação de Fernando Alves, da PwC, e Oscar Clarke, da HP


18/08/2011 » CONARH


(E) Antônio Salvador, VP de RH da HP Brasil, Fernando Alves, presidente da PwC, e Oscar Clarke, presidente da HP Brasil (Créditos: Orquestra de Imagens)
(E) Antônio Salvador, VP de RH da HP Brasil, Fernando Alves, presidente da PwC, e Oscar Clarke, presidente da HP Brasil (Créditos: Orquestra de Imagens)
*por Caroline Santana

Por que o trabalho de gerenciar pessoas é tão importante para uma organização? Fernando Alves, presidente da PricewaterhouseCoopers (PwC) e Oscar Clarke, presidente da HP Brasil, deram algumas respostas para essa pergunta durante o terceiro dia de atividades do CONARH 2011. A conversa teve mediação de Antônio Salvador, vice-presidente de recursos humanos da HP Brasil.

Alves classificou a PwC como um "People Bussiness", ou seja, o negócio da companhia só pode ser viabilizado pelas pessoas que por ele atuam e retroalimentado pelo conhecimento. O diferencial competitivo da empresa é ter os melhores funcionários, e não mais ativos. Portanto, a gestão de pessoas em sua companhia deve ser feita de forma mais afetiva e menos técnica, porém, estabelecendo relações firmes, duráveis, de uma ponta a outra dos projetos: "Trate seus clientes como pessoas, e suas pessoas como clientes", completou o executivo.

O presidente da HP compartilhou com os congressistas os desafios de mobilizar seu time constantemente e construir uma relação sólida entre líderes e equipes baseada em respeito, e não por imposição. Para Clarke, não existe espaço na HP para quem não gosta do tema relacionamento. "Juntos somos melhores" é um de seus lemas.

Se por um lado o RH possui grande valor na PwC e na HP, por outro os executivos numeraram alguns pontos críticos dos profissionais da área, mas que podem e devem ser aperfeiçoados. "Tenha uma visão abrangente do negócio, conheça as demais áreas da empresa", aconselhou Clarke. Alves, por sua vez, disse: "Todas as vezes em que o RH se posiciona como back office, sindicalista ou advogado do funcionário, ele deixa a desejar. Espero do meu principal executivo de Recursos Humanos uma atitude de inserção no negócio, que ele pense no amanhã e na sustentabilidade dos projetos. Quero ser tratado como um cliente".

Fonte: Você RH

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